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Como o CRM Liquor tornou-se a primeira franquia de diagnósticos do sistema nervoso no Brasil

O laboratório CRM Liquor deixou sua marca no segmento de franchising ao consolidar-se como a primeira franquia de soluções para diagnósticos de doenças do sistema nervoso no Brasil.

Falar da história do grupo, que já possuía quatro unidades próprias em 2017, quando iniciou a franquia, é lembrar também da carreira e da persistência do seu idealizador, o médico patologista clínico, Dr. Rene Pimenta.

São mais de trinta anos de experiência na área para desenvolver a inovadora franquia especializada na coleta e análise do líquido cefalorraqueano.

Demanda de mercado

De acordo com a experiência de Pimenta, há no mercado uma notória falta de profissionais e treinamento médico voltados a esse tipo de exame diagnóstico.

O modelo de franquias do CRM Liquor tem por objetivo atuar como ferramenta auxiliar a médicos neurologistas, patologistas e hospitais.

“Trabalhei nos maiores laboratórios de liquor e passei a atender em grandes hospitais que possuem esse serviço terceirizado para fazer a punção e análise do líquor para o diagnóstico correto”, relata o médico.

A experiência foi responsável pela ampliação da oferta desse serviço especializado, de uma forma que o alcance fosse maior e, até mesmo, mais democrático.

“Vi um caminho de expandir esse exame para hospitais também de regiões periféricas da capital”, ressalta.

Aliás foi essa mesma falta de especialização que, no início da carreira, fez com que Pimenta optasse pela especialização, ainda nos anos de formação na Escola Paulista de Medicina.

A importância da coleta e análise do líquido cefalorraqueano é de fundamental importância para o diagnóstico de doenças como meningites, encefalites, esclerose múltipla, Alzheimer, entre outras doenças degenerativas.

Saúde é assunto de família

Os caminhos na área da saúde foram trilhados pelo Dr. Rene Pimenta em um caminho influenciado dentro de casa.

Seu pai era técnico de laboratório e foi inspiração para a carreira que estava a caminho.

Para custear os caros estudos na área, o patriarca se desdobrava em três empregos. “As dificuldades sempre existiram, mas nada que me impedissem de desistir do meu sonho”, lembra o médico.

O primeiro laboratório focado na punção de liquor foi inaugurado em 1986. Em poucos anos, o atendimento especializado seria ampliado para regiões como a Zona Norte, Guarulhos e ABC – essa iniciativa viria a ser o CRM Liquor.

Atualmente, os trabalhos ultrapassaram as barreiras regionais, estão também em franquias em Brasília e na Paraíba.

Seja um franqueado CRM Liquor

O modelo de franquia do CRM Liquor oferece soluções em diagnósticos que já estão em parcerias com 40 hospitais e centenas de especialistas.

A exigência é que o candidato precisa ser médico com formação em:

  • neurologia;
  • neurocirurgia;
  • infectologia;
  • patologia clínica.

Fazer parte do grupo com uma franquia da CRM Liquor significa investir em uma proposta empreendedora com baixa concorrência.

Quer ser parceiro CRM Liquor? Entre em contato conosco para obter mais informações sobre a franquia.

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Entenda a Garantia de Qualidade dos serviços da rede CRM Liquor

Ao ser um franqueado é muito importante saber o que oferecer e, também, entender o que compõe a garantia de qualidade dos serviços da rede CRM Liquor.

Quando desenvolveu e possibilitou o inovador franchising de soluções em diagnóstico para doenças do Sistema Nervoso, o médico patologista, Dr. Rene Pimenta, democratizou um serviço de excelência que já era desenvolvido pelo laboratório.

Hoje o Blog do CRM Liquor vai trazer um pouco mais sobre as origens dessa garantia de qualidade, uma virtude a qual é fundamental que o franqueado tenha conhecimento.

Certificados de qualidade CRM Liquor

Além de seu próprio histórico, existem certificações que atestam a garantia de qualidade dos serviços da rede CRM Liquor.

Os atendimentos e análises seguem os mais exigentes processos e controle de qualidade, certificados pelos melhores Programas de Excelência.

Dentre eles, selecionamos algumas para que o franqueado tenha conhecimento:

  • Uma delas é a certificação do Instituto Brasileiro de Excelência em Saúde (IBES);
  • Certificação da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial;
  • Certificado de excelência do Programa Nacional de Controle de Qualidade patrocinado pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas.

Treinamento e diagnóstico

Ao desenvolver a franquia da rede de laboratórios CRM Liquor, Pimenta levou em conta toda uma experiência de atuação no segmento para colocar em prática a expansão das unidades.

Nota-se, primeiramente, a falta de experiência de treinamento médico nessa fatia de atuação laboratorial.

Paralelamente, existe a grande importância relacionada à coleta do Líquido Cefalorraqueano e outros exames disponíveis no CRM Liquor.

São mecanismos fundamentais para identificar e tratar doenças neurológicas como:

  • meningite;
  • encefalite;
  • esclerose múltipla;
  • Alzheimer;
  • entre outras.

Uma franquia para democratizar exames de qualidade

Diante dos desafios que o segmento apresentava, a ideia de ampliar o alcance dos laboratórios CRM Liquor por meio de uma rede de franquias está ligada à democratização desse tipo de recurso.

Significa levar para vários cantos do Brasil o que há de mais moderno nesse serviço médico laboratorial.

Se você é médico, conheça mais detalhadamente quais as especificações para que você seja um franqueado CRM Liquor.

Para ser um franqueado, o médico precisa ter formação em neurologia, neurocirurgia, infectologia ou patologia clínica.

A franqueadora fornece a assessoria completa para que o seu laboratório seja muito bem instalado e consiga realizar um bom trabalho em sua cidade ou região.

Saiba como trabalhar com a marca CRM Liquor clicando aqui.

 

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http://crmliquor.com/motivos-para-investir-em-uma-franquia-de-saude-inovadora/

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Avaliação Imunoproteica Completa mais Pesquisa de Bandas Oligoclonais no diagnóstico da Esclerose múltipla e outras doenças desmielinizantes

A esclerose múltipla é uma doença de evolução polifásica e com sintomatologia diversa, que tem no exame de LCR um excelente método de diagnóstico e de acompanhamento. Geralmente são encontrados pleocitose linfomonocitária e hiperproteinorraquia discreta, até 30 células/mm³ e até 100 mg/dL, respectivamente. Os dados liquóricos mais importantes e uteis no diagnóstico, é a presença de bandas oligoclonais, que está presente em mais de 90% dos casos. Também tem uma grande importância na determinação da produção intra-tecal de IgG, que está elevada entre 70 e 90% dos casos. No entanto, a dosagem da proteína básica de mielina, não apresenta um valor diagnóstico, por ter níveis variáveis e ser altamente específica.

No entanto, o estudo das bandas oligoclonais fica por conta da Eletroforese de proteínas. Essas bandas são imunoglobulinas sintetizadas por um ou poucos clones de plasmócitos, derivados de linfócitos B, que atuam em resposta à presença contínua de um antígeno único e altamente específico. Essa pesquisa tem uma grande importância. Pois ajudam no diagnóstico e no seguimento dos processos inflamatórios do sistema nervoso central (SNC).

Os processos infecciosos subagudos ou crônicos do nosso SNC, assim como a panencefalite esclerosante subaguda pós-sarampo, a neurossífilis e as encefalopatias virais, tendo o HIV como exemplo, costumam provocar o aparecimento dessas bandas oligoclonais, cuja a sua presença isolada no líquor e não no soro, está diretamente relacionada à síntese intre-tecal dos anticorpos. Foram desenvolvidos diversos métodos para a detecção das bandas. Entretanto, atualmente, a preferência está na isoeletrofocalização das proteínas que apresenta ótima sensibilidade, além de ser rápida e de fácil execução. A localização e a quantidade dessas bandas não tem muito significado para o diagnóstico. O que importa é a determinação das mesmas, concomitante, no soro e no líquor, para que assim possa determinar se o procedimento das bandas oligoclonais é exclusivo do sistema nervoso ou se existe um comportamento semelhante no soro.

 

Referências
http://www.fleury.com.br/medicos/educacao-medica/manuais/manual-de-neurodiagnosticos/pages/liquido-cefalorraquidiano.aspx

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criptococose

Criptococose

Criptococose

A criptococose é a principal micose que atinge o sistema nervoso central (SNC), sendo de distribuição mundial. É causada pelo Cryptococcus neoformans (nome antigo: Torula histolytica), um fungo arredondado (levedura), com diâmetro de 4 a 7 mm, que se reproduz por brotamento simples. O fungo é circundado por espessa cápsula gelatinosa mucopolissacarídica (3 a 5 mm), que se cora com o PAS ou mucicarmim (figura C).

O criptococo é encontrado como saprófita no solo, em frutas estragadas e particularmente em fezes ressecadas de pombo (uma grama pode conter 50 milhões de C. neoformans). Não é descrita transmissão inter-humana. A maioria dos casos ocorre em portadores de imunodeficiências (p. ex., AIDS) ou neoplasias do sistema linfóide.

O ser humano se infecta por inalação. Nos pulmões a doença é via de regra assintomática e de resolução espontânea. Contudo pode haver disseminação hematogênica para o SNC, onde o fungo prolifera no líquor. Geralmente, quando a doença se manifesta no SNC não é mais possível detectar a lesão pulmonar. A grande quantidade de fungos que preenche o espaço subaracnóideo (figura A) dá aspecto gelatinoso ao líquor. Os fungos se introduzem também nos espaços de Virchow-Robin, em torno dos vasos que penetram no tecido nervoso, e aí proliferam, comprimindo-os. Na superfície de corte, a presença de fungos nesta localização é notada como pequenos cistos de conteúdo gelatinoso, geralmente nos núcleos da base e no córtex cerebral, que são muito sugestivos da etiologia criptococócica. A dificuldade na circulação liquórica pode levar a dilatação ventricular. Os pacientes morrem por edema cerebral, hipertensão intracraniana e hérnias.

A meningite criptococócica se caracteriza pela abundância de parasitas que se multiplicam encontrando muito pouca resistência. A cápsula mucopolissacarídica tem papel fundamental na patogenicidade do fungo, inibindo a fagocitose e adsorvendo e neutralizando anticorpos. A reação inflamatória é mínima.

As manifestações clínicas são as de uma meningoencefalite crônica, com cefaléia, irritabilidade, confusão mental até coma, náuseas, vômitos, paresias de nervos cranianos e edema de papila. Há também febre e rigidez de nuca.

 

Diagnóstico

O diagnóstico baseia-se na pesquisa dos fungos no líquor pela técnica da tinta nanquim. Usa-se um centrifugado do líquor, adicionado de gotas de tinta e examinado ao microscópico entre lâmina e lamínula. A tinta preenche os espaços entre os fungos, dando um fundo negro contra o qual estes se destacam. Há pleocitose linfomonocitária, hiperproteinoraquia e hipoglicoraquia.

 

Tratamento

O tratamento é internado em unidade de infectologia com utilização de antifúgico endovenoso.

 

Fonte: http://www.medicinapratica.com.br/

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Principais Indicações

Confira abaixo quais as principais Indicações Diagnósticas para a Realização do Exame de Líquor Doenças Infecciosas: Doenças Neoplásicas Doenças Inflamatórias Doenças Metabólicas Doenças Vasculares Teste Terapêutico Indicações Terapêuticas de PL

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